Energia Sexual

Quando falamos de sexo, não podemos deixar de dizer dele como energia e da importância dele como energia sexula gera toda a vida, é algo tão significativo  que se o reprimir, terá que reprimir também muitas outras coisas.

Por exemplo: Sua criatividade!

Porque a criatividade é um tipo de atividade sexual, e a expressão da criatividade está em várias formas de atividade:

Dançar, conversar, comer, trabalhar, transar, paquerar, são várias as formas pelas quais praticamos o sexo, mas a maioria não percebe assim, e julgam e condenam outros porque não querem perceber os níveis de compulsão que se encontram.

Muitas pessoas fazem sexo por compulsão, existe nessas pessoas um  certo desequilíbrio, porque se esqueceram de se amarem e de acreditarem mais nelas mesmas e conseqüentemente se libertarem de suas prisões, para obterem a experiência da Elevação Espiritual, ao qual é a única experiência que traz realmente alívio e certeza que somos amados e bem-vindos ao seio da vida; e a toda nossa existência.

Pelo que podemos observar  uma pessoa compulsiva por sexo, pode transcender o sexo sem reprimi-lo, aliás, se o reprimir irá se tornar mais compulsivo ainda.(Fazer-lo só por Fazer-lo)

Tente entender!

Nunca deixe de lado aquilo que é menos elevado, mas tente obter o mais elevado de qualquer experiência, nossa Essência Divina sabe o que é elevado, quando alcançares a sublimação do amor incondicional tudo o que for pejorativo em sua vida desaparecerá por conta própria, e nem se darás conta; quando lembrar do passado será apenas uma vaga lembrança.

Por exemplo: Um dançarino completamente concentrado em sua dança se esquecerá completamente de sexo, pois ele está inteiramente em fusão com a sua dança ele desaparece em sua própria dança, seu ego, seu sexo, tudo! Um dançarino é sexual, a energia da dança é uma da formas de expressão da energia sexual, que está presente em todo o corpo e não apenas nos genitais, dessa forma, nos dias de hoje o sexo se tornou algo focado apenas nos órgãos genitais e isso subiu para a cabeça das pessoas trazendo várias  interpretações e divisões em sua forma de expressão da energia sexual.

Distúrbios sexuais acontecem porque todo o foco da expressão está dirigido para os genitais, tornando-se a sexualidade um fator meramente local.

Temos que perceber que podemos  elevar a energia sexual sem reprimi-la, sentindo através do que somos como a pessoa que somos Agora! Nesse exato momento! Em sua própria totalidade.

Devemos permitir que a energia sexual cresça de forma natural, simples e espontaneamente. Para isso é preciso usar os quatros sentido: o tato, o olfato, a visão, e o quarto sentido, a intuição...

O tato, como sentir tocar no cetim, sentido seu frescor, sua maciez, sua delicadeza;

O olfato, é como cheirar uma rosa, sentir seu perfume, sentir  seu gosto a sua suavidade;

A visão, ver as linha e os contornos que circundam, as maravilha de um corpo nu, na perfeição da criação, não importando a sua forma.

A intuição, deixar-se levar pelo sentimento do prazer sem o medo de recriminação, que foi criado em nós, pelos preconceitos educacionais e sociais.

Sabemos, que não é fácil!

Mas, quando se quer começar alguma coisa, ou uma grande viagem, tem que se dar o primeiro passo.

Dando o primeiro passo e seguindo sempre em frete, chegaremos ao nosso destino,tal qual a plenitude da Energia Sexual!

Comece!

Não adie mais, sua felicidade!

Vá em frete!

Tontonmakut!!!!

 

sábado 03 janeiro 2009 18:18


Teoria da Fobia - Caharles e Alfred

Não é fácil dizer por que, em determinada situação, surge uma fobia e não uma inibição,ou um sintoma somático ou um estado difuso de angústia. Os acontecimentos psíquicos têm muitas causas - "super determinadas", como Freud as classifica. Para qualquer resultado no desenvolvimento existe um jogo complexo de forças que querem se manifestar, e é impossivel prever como um dado cairá. Contudo, as fobias e os fenômenos são tipicos durante certos periodos da infância, e as fobias de adulto frequentemente podem ser identificadas em formas que as precedem. Há duas hipótises não-psicanalíticas comuns de fobias que alcançaram o status de  "senso comum". A primeira é uma teoria biologica, segundo a qual as fobias - como medo de aranhas, cobras ou lugares altos - são resquícios de nosso passado evulocionário e remontam a perigos reais enfrentados por nossos antepassados.- A maioria tem uma sensação de repugnância quando depara com uma cobra. Podemos dizer e um traço humano universal: e Darwin contou   da maneira o mais impressionante possível que não pôde evitar o medo de uma cobra que o atacou, mesmo estando protegido por um vidro grosso,A concordância de Freud com esse raciocinio não deve esconder o fato de que fugir de uma cobra que dá o bote não equivale a uma fobia por cobras. As explicações genéticas também são limitadas; não conseguem explicar a grande variedade  de fobias que realmente existem. Além disso, uma vez que transmitimos  os genes de resposta apropriada a um perigo, é dificil entender como a explicação genética se aplica à curiosa incapacidade que domina uma pessoa com fobia quando se encontra diante do objeto que lhe dá medo.    A segunda hipótese não-psicanalítica é uma teoria simples de "trauma", que ganhou credibilidade ao servir de base para uma série de televisão da BBC.Uma criança tem medo de cachorro porque, quando pequena, um cachorro pulou no seu carrinho e a assustou. Outra criança, depois de assistir o filme Ardida como Pimenta, ficou com medo de que os indios atacassem sua casa. A fobia é uma resposta condicionada a uma experiência traumática. Nos filmes que Alfred Hitchcock fez depois de Freud ser conhecido, vários personagens têm fobia. A teoria do trauma é usada para explicar o motivo ou dar força à narrativa . Assim, a heroína que empresta o nome ao filme Marnie,Confissões de uma Ladra, guarda o segredo de um assassinato presenciado na infância que se manifesta no seu medo de ráios e da cor vermelha; em Um Corpo que Cai, o policial que deixara o parceiro cair e desde então sofria de medo de altura apaixona-se pela moça errada; em Quando Fala o Coração, o psiquiatra sem passado teme inexplicavelmente o branco de uma toalha de mesa. Quando perguntavam ao próprio Hitchcock se ele tivera muito medo de alguma coisa , ele respondia: "Sempre".Outras vezes, contava uma história de sua infância. Hitchcock sempre tinha medo de ficar sozinho, mas aos 6 anos, depois de fazer uma travessura em casa,seu pai, severo, o mandou à delegacia com um bilhete. O zeloso policial de plantão leu o bilhete e trancou o menino numa cela por alguns minutos. A partir desse dia, Alfred ficou com medo de policiais, porém a experiência ensinou-lhe uma lição importante: não fazer nada para não ser preso.

sábado 03 janeiro 2009 13:50



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